A Eletra, principal fabricante brasileiro de sistemas de tração elétrica e híbrida para ônibus, alerta para o fato da urgente necessidade de maior participação e utilização de ônibus 100% elétricos, trólebus e híbridos na frota circulante de ônibus da Grande São Paulo. Mais veículos com tecnologias sustentáveis e renováveis evitariam grande parte dos transtornos causados com a falta de combustível e abastecimento da frota circulante de ônibus da Grande São Paulo e de todo o Brasil.

“Além de serem veículos não poluentes e que utilizam tecnologias limpas e de fontes renováveis, os ônibus elétricos a bateria e trólebus colaboram para uma matriz energética mais democrática e ampla, com ganhos para a sociedade e para o meio ambiente”, explica Iêda Alves Oliveira, diretora da Eletra e da ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos.

“Na capital paulista foi aprovada a Lei 16.802/2018 que estabelece a redução na emissão de CO2, em toda a frota de ônibus da cidade, de 50% em 10 anos e de 100% em 20 anos. Podemos fazer uma análise comparativa entre as metas estabelecidas na lei e o drama que vivemos hoje e constataremos que os benefícios da lei vão além das questões ambientais e de saúde. As questões econômicas e de segurança operacional são partes agregadas ao cenário positivo com a diversidade da matriz energética no transporte coletivo das grandes cidades”.

A Eletra espera que as metas estabelecidas para a cidade de São Paulo sejam referência para que outras cidades no país passem a adotar políticas que estabeleçam condições concretas para a maior utilização de ônibus elétricos a bateria, trólebus e elétricos híbridos.

Segundo Iêda Alves Oliveira, os benefícios e vantagens da mobilidade elétrica e híbrida para o meio-ambiente podem ser sentidos imediatamente com a utilização de tecnologias como:

Trólebus – Ônibus elétrico cuja energia vem de rede aérea. Os mais modernos possuem uma autonomia operacional com baterias que permite o deslocamento por até 20 km sem rede.

Leia mais em Envolverde

jb jan theophilo

A UFRJ bateu sexta-feira mais de quatro mil pessoas cadastradas no sistema de bicicletas compartilhadas em funcionamento na Cidade Universitária. A média hoje é de 130 viagens por dia. O sistema é uma iniciativa do Fundo Verde coordenado pela professora da Coppe/UFRJ, Suzana Kahn Ribeiro, que disponibiliza 60 bicicletas distribuídas em oito estações espalhadas pelos seis quilômetros de ciclovias do campus.

Publicado por Jan Theophilo em Jornal do Brasil.

Para ver na integra, clique aqui.

A bioeconomia é um exemplo da falta de visão estratégica do Brasil. Bioeconomia pode ser descrita como a área da economia que abrange a produção sustentável de recursos renováveis e sua conversão em alimento, fibras, ração animal, químicos, materiais e bioenergia, por meio de tecnologias eficientes e inovadoras, provendo benefícios econômicos, sociais e ambientais. Por conta das mudanças climáticas, tem sido vista como uma oportunidade de novos negócios e geração de emprego.

 

Leia a Matéria completa em O GLOBO.