RIO — O clima de medo tem obrigado professores e estudantes a tomar precauções na Ilha do Fundão, como, por exemplo, andar sempre em grupo. Na manhã desta quinta-feira, um suspeito de assalto foi morto durante uma troca de tiros com a polícia e uma ambulante ficou ferida nas proximidades do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Diante da violência crescente no campus, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Zona Norte, quer criar o 'Fundão Presente', uma parceria com a Petrobras para ampliar o patrulhamento no local. A informação foi divulgada no blog do jornalista Ancelmo Gois.

A reitoria pretende aderir ao Programa Estadual de Integração de Segurança (PROEIS), que permite que policiais militares trabalhem em dia de folga, sendo pagos pelas empresas que adotarem o esquema. A ideia é que a Petrobras, que possui dentro do campus um centro de pesquisa, financie o patrulhamento extra de PMs. Segundo o reitor Roberto Leher, caberá à universidade coordenar o processo, garantindo que o policiamento seja feito de acordo com as diretrizes da UFRJ.

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O Programa de Logística Verde (PLVB) anuncia o resultado de um novo desafio e lança, no dia 07 de junho de 2018, o Manual de Aplicação: Boas Práticas para o Transporte de Carga.

Este material tem como objetivo orientar as Empresas, na forma de uma auto avaliação, quanto à escolha, aplicação, avaliação e relato das Boas Práticas para o Transporte de Carga, descritas no Guia de Referências em Sustentabilidade: Boas Práticas para o Transporte de Carga, por meio da aplicação de um procedimento estruturado.

O evento será gratuito, ocorrerá em São Paulo (SP) e reunirá todas as Empresas Membro participantes do programa, bem como os seus convidados.

Não fique de fora! Faça sua inscrição no link: Lançamento do Manual de Aplicação e reserve a data em sua agenda.

Este evento que será um marco para logística verde brasileira! Acesse www.plvb.org.br e saiba mais.

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – A produção do etanol de segunda geração ou etanol celulósico, obtido a partir da palha e do bagaço da cana-de-açúcar, pode aumentar em até 50% a produção brasileira de álcool. Desnecessário enfatizar a importância econômica e ambiental dessa possibilidade, que transforma resíduo em recurso.

Para tanto, o país possui a melhor biomassa do planeta, a capacidade industrial instalada, a engenharia especializada e a levedura adequada. Só falta completar a composição do coquetel enzimático capaz de viabilizar o processo de sacarificação, por meio do qual os açúcares complexos (polissacarídeos) são despolimerizados e decompostos em açúcares simples. Compor uma plataforma microbiana industrial para a produção do conjunto de enzimas necessárias é o alvo de pesquisas avançadas na área.

Um importante resultado acaba de ser alcançado, com a descoberta, no lago Poraquê, na Amazônia, de microrganismos capazes de produzir uma enzima crítica para o êxito do empreendimento.

Isolada, caracterizada e produzida, a enzima mostrou-se compatível com duas fases essenciais da produção do etanol de segunda geração: a fermentação e a sacarificação. A realização simultânea dessas duas etapas oferece a perspectiva de uma grande redução de custos para a indústria sucroalcooleira, uma vez que as reações podem ocorrer em um único reator e há economia de reagentes.

O estudo mobilizou pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), da Petrobras, da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e contou com apoio da FAPESP. Artigo assinado pela equipe de pesquisadores foi publicado na Biochimica et Biophysica Acta (BBA) – Proteins and Proteomics.

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