O pré-sal voltou a ser a grande estrela do cenário que trouxe ânimo novo à indústria de petróleo e gás no país, após a retomada dos leilões de áreas exploratórias pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Até 2054, os investimentos deverão chegar a R$ 1,8 trilhão e a arrecadação, a R$ 6 trilhões. São R$ 167 bilhões ao ano, o que equivale ao déficit fiscal atual do país. A produção do pré-sal representa 53% de todo o petróleo e gás natural extraído nas bacias sedimentares brasileiras.

– O Brasil precisa converter esse potencial em recursos para retirar milhões de pessoas da pobreza – afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, durante palestra no seminário “Debates do Brasil – Os caminhos do futuro do óleo e gás no país”, realizado pelo Jornal O Globo com apoio do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), no dia 28 de agosto, no auditório da Maison de France, no Centro do Rio.

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