Categoria mais importante do automobilismo pretende até obrigar equipes a realizarem suas operações com fontes de energia renováveis; unidades híbridas de potência serão mantidas

 

A Fórmula 1 divulgou nesta terça-feira um projeto para tornar a categoria sustentável e ecológica até a temporada de 2030. Para isso, pretende eliminar a emissão de carbono e até mesmo obrigar as equipes a realizarem suas operações com fontes de energia renovável.

 

Em seus 70 anos de história, a Fórmula 1 foi pioneira em inúmeras tecnologias e inovações que contribuíram para a sociedade e combateram as emissões de carbono. Desde a aerodinâmica inovadora ao design dos freios, o progresso liderado pelas equipes beneficiou centenas de milhões de carros de rua. Poucos sabem que as unidades de potência híbridas da Fórmula 1 atual são as mais eficazes do mundo, com mais potência e menos combustível e, portanto, gás carbônico - disse Chase Carey, CEO da F1.

 

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A Heliogen, uma startup do setor de energia apoiada por Bill Gates, anunciou uma nova tecnologia que se utiliza da inteligência artificial e de espelhos concentradores de energia solar para superar temperaturas superiores a 1.000°C, o que pode vir a ser um divisor de águas na luta contra a crise climática.

Atingindo este nível de temperatura, a tecnologia pode substituir o uso de combustíveis fósseis em processos industriais críticos, incluindo as produções de cimento, aço e petroquímicos, reduzindo drasticamente as emissões de gases de efeito estufa dessas atividades.

Os sistemas concentradores solares comerciais anteriores conseguiam atingir temperaturas de até 565 °C, temperatura útil para a geração de eletricidade, mas insuficiente para muitos processos industriais.

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