A essa altura do campeonato, você já deve ter notado que simplesmente amamos falar sobre as abelhas. E não é à toa: segundo Albert Einstein, se estes insetos desaparecerem da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência.

Principais responsáveis pela polinização das flores e consequente promoção da biodiversidade, os pequenos animais contribuem de forma intensa para a manutenção do meio ambiente. E foi pensando nisso que a Holanda – considerada por muitos como o país do futuro – instalou plantações de flores em alguns pontos de ônibus de Utrecht, buscando atrair as abelhas.

Ao todo serão 316 pontos de ônibus que passarão a ter telhados verdes feitos com suculentas. Além de melhorarem e purificarem o ar, estas plantinhas também ajudam a manter as populações dos polinizadores, como vespas e abelhas.

Mas não para por aí: além das plantas, a prefeitura local vem substituindo os ônibus a diesel por veículos elétricos movidos pela energia eólica, que é produzida pelos famosos moinhos de vento holandeses. Com 10 ônibus já elétricos na rede, a meta é que, até 2028, todo o transporte público seja livre de emissões de carbono e outros gases poluentes.

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Plano de gerenciamento de energia da Cidade Universitária

O Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Fundo Verde UFRJ) foi instituído pelo Decreto Estadual nº 43.903 de outubro de 2012, e tem por objetivo a elaboração de projetos de infraestrutura sustentável que atuem nos setores: (i) geração e eficientização do consumo de energia; (ii) redução do consumo de água; (iii) gestão de resíduos; (iv) mobilidade urbana; e (v) monitoramento de indicadores no campus. Esses projetos são gerenciados pelo escritório de projetos do Fundo Verde e pela Fundação de Apoio da UFRJ – COPPETEC, e contam com o auxílio de diversos setores da UFRJ em sua implementação. A execução dos recursos oriundos do fundo deve ser autorizada por um conselho, o qual é formado por representantes das iniciativas pública e privada, da universidade, e profissionais de notório saber nas áreas de atuação do Fundo Verde.

A Cidade Universitária é o principal campus da UFRJ, com números expressivos de área, de pessoas e veículos circulando por ele, os quais são equivalentes aos de uma cidade de pequeno/médio porte, sendo eles: uma área de 5.2 km²; população estimada de 60.000 pessoas, com uma média de 100.000 pessoas circulando pelo campus por dia; e 25.000 veículos passando diariamente pelo campus. Sendo assim, a Cidade Universitária da UFRJ, pode ser considerada um laboratório urbano, no qual diferentes projetos e iniciativas vêm sendo implementados, visando torná-la um modelo de cidade sustentável.

 

 

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Brasil já tem telha solar com tecnologia 100% nacional

A tecnologia não é nova. Em 2016, Elon Musk, da Tesla, já tinha apresentado suas telhas solares. Elas foram desenvolvidas para serem mais eficientes, oferecer melhor isolamento térmico e terem o custo de instalação mais barato do que os painéis fotovoltaicos utilizados atualmente. Além disso, a ideia é que fossem esteticamente mais atraentes para os consumidores.

Mas agora, o Brasil ganha suas próprias telhas solares, com tecnologia 100% nacional. Fabricada pela Eternit, e já aprovada pelo Inmetro, órgão que atesta a qualidade de produtos no país e fornece certificação para comercialização, as telhas são feitas em concreto com células fotovoltaicas, responsáveis por captar a energia solar e transformá-la em elétrica.

“A estimativa é que a tecnologia permita entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos painéis solares, montados em cima de telhados comuns”, afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit.

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Para a geração de energia, a empresa utilizou a tecnologia de silício monocristalino, que apresenta uma vida útil de mais de 20 anos.

Ainda de acordo com a fabricante brasileira, a instalação das telhas fotovoltaicas é muito semelhante àquela de um telhado comum, por isso, não requer mão de obra especializada.

“A conexão elétrica entre as telhas é feita com chicotes pré-montados que utilizam conectores macho e fêmea de fácil conexão. O tamanho (365 x 475 mm) e o peso das telhas (5,2 kg/peça) facilitam o transporte até o telhado a ser instalado”, explica Luis Antonio Lopes, responsável pela área de Desenvolvimento de Novos Negócios.

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