Muita gente tem sofrido um bocado ao colocar a cara na rua por causa do calor.

Oficialmente, a estação começou em 21 de dezembro, às 20h23, no horário brasileiro de verão. E, de acordo com informações do Climatempo, o calor vai ser de rachar especificamente em um mês: fevereiro. E o culpado é o fenômeno El Niño.

Sim, prepare a sombrinha (tal qual nossas avós usam) e se hidrate bastante: o "segundo sol", que a cantora Cássia Eller tanto anunciava, aparentemente está chegando.

A previsão é que o verão 2019 se resuma a duas palavrinhas: calor e chuva. Até aí, boa parte dos brasileiros já está acostumada, certo?

Acontece que, de acordo com a meteorologista Josélia Pegorim, do Climatempo, em fevereiro o cenário vai mudar. É que os efeitos do El Niño serão sentidos de forma mais intensa em todo o país nesse mês.

"O maior impacto do El Niño no verão 2019 será durante o mês de fevereiro, que terá aumento do calor e redução da chuva. Em março a chuva retorna, mas ainda com influência do El Niño", explica a especialista.

Isso quer dizer que, além de a temperatura aumentar, ficaremos sem aquela chuvinha de final de tarde para refrescar.

Leia Completo em VIX.

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O documento chamado de “Livro de regras” do Acordo de Paris contém 144 páginas e foi adotado pelos países (Partes) signatários que ratificaram o acordo após 03 anos de negociação.


O documento foi considerado balanceado, mas aquém do nível de ambição necessário para conter o aquecimento global em 1,5°C.

O desafio agora será a implementação das medidas de mitigação e adaptação pelos países e se o financiamento necessário será captado para que os países mais vulneráveis possam se adaptar aos efeitos adversos das mudanças do clima. 

Alguns itens da agenda de negociação ficaram “travados” justamente por conta de visões diferentes de alguns países e grupos de países. 

De acordo com a Profa. da COPPE/ UFRJ e atual Secretária Executiva do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, Andréa Santos, o Brasil, por exemplo, foi bastante mencionado nas rodadas de negociações e nos bastidores da COP24 por ter impedido o avanço no tema mecanismos de mercado de carbono. 

Andréa comentou que ficou até o final da plenária, quando o então presidente da COP24, o polonês Michał Kurtyka, Secretário de Estado,  físico e engenheiro, especialista em negociações internacionais e especialista no campo da energia, onde foi autor do programa governamental para o desenvolvimento da eletromobilidade na Polônia, deu por encerrada a conferência.

Entre outros temas do livro de regras estão: transferência de tecnologia e capacitação para mitigação e adaptação às mudanças climáticas (finance, tech transfer e capacity building) para os mais vulneráveis e menos desenvolvidos; regras para obtenção de financiamento; operacionalização dos órgãos que irão fiscalizar a implementação do acordo, num prazo de 05 em 05 anos; os critérios para apresentação das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) pelos países e os critérios para monitoramento e relato das emissões de gases de efeito estufa. 

O documento final pode ser acessado no link: 

https://unfccc.int/process/bodies/supreme-bodies/conference-of-the-parties-cop?bodies_documents%5B0%5D=conference%3A4202

 

 

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biodiversidade 0000012018 UN Biodiversity Conference

Investing in Biodiversity for People and Planet
14-29 November 2018 | Sharm El-Sheikh, Egypt

As fotos mostras os negociadores das Partes (Países),representantes de povos indígenas e comunidades locais discutindo propostas no texto de negociação sobre biodiversidade e mudança climática no âmbito do Grupo de Trabalho II.

Destaques da segunda-feira (26/11): 
- Grupo de Trabalho I: abordou a cooperação com outras convenções, organizações internacionais e iniciativas sob a Convenção (CBD) e o Protocolo de Nagoya sobre acesso e repartição de benefícios (ABS).

- Grupo de Trabalho II: abordou o planejamento espacial, áreas protegidas e outras medidas efetivas de conservação baseadas na área; a integração da biodiversidade nos setores de energia e mineração, infraestrutura, manufatura e processamento; o segundo programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES); e biodiversidade e mudanças climáticas.

Grupos de contato (Contact groups) e os grupos dos amigos do presidente (Friends of the Chair Groups) reuniram-se ao longo do dia para abordar os seguintes temas: orçamento; biodiversidade e mudanças climáticas; biodiversidade marinha e costeira, incluindo áreas marinhas ecologicamente ou biologicamente significativas "biologically significant marine areas" (EBSAs); responsabilidade e reparação nos termos da Convenção; informação de sequência digital sob a Convenção e o Protocolo de Nagoya sobre ABS; a mobilização de recursos e o mecanismo financeiro sob a Convenção e seus Protocolos; Conflitos de interesses no âmbito da Convenção; avaliação de riscos e gestão de riscos no âmbito do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança; o processo preparatório pós-2020 no âmbito da Convenção; e biologia sintética também no âmbito da Convenção.

Para mais detalhes sobre os eventos do dia recomendamos consultar o boletim diário de negociações da Terra Earth Negotiations Bulletin (ENB): http://enb.iisd.org/biodiv/cop14/enb/