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Empresa está liderando um setor quentíssimo, com dezenas de competidores; esse é um golaço do Google e pode mudar o mundo completamente

Esqueça a Tesla. Ela também está ficando para trás e possui um modelo de negócios tradicional demais (basicamente vender carro para as pessoas). De acordo com analistas da UBS, a Waymo é a verdadeira líder da revolução do mercado de mobilidade. E ela pode valer até US$ 135 bilhões, segundo estimativas deles – quase o mesmo que Tesla (US$ 51,1 bilhões), Ford (US$ 44,59 bilhões) e GM (US$ 51,9 bilhões) juntas, que totalizam cerca de US$ 147,69 bilhões em valor de mercado.

“Nós vemos a Waymo como a líder no emergente campo de carros autônomos”, escreveu o analista Eric Sheridan em relatório, depois de conversar com 22 líderes do segmento. Sua estimativa é que a empresa tenha um valor estimado de US$ 25 bilhões até US$ 135 bilhões, uma boa porção do valor de mercado da Alphabet, como é chamada a holding do Google, que hoje está em torno de US$ 762 bilhões.

A companhia tem um “mix saudável” de diversas formas de monetização no futuro: receitas com táxis autônomos, propagandas que podem ser passadas com o tempo dos passageiros e com mapas, além de todo o segmento de entrega de cargas através dos carros e dos caminhões autônomos que já estão sendo testados. A companhia, porém, tem o seu maior valor na tecnologia que está desenvolvendo, da qual ela é líder disparada.

Os carros da Waymo já cruzaram 1,5 milhão de milhas na Califórnia sem necessitar de apoio humano – contra nem 250 mil milhas de todos os seus competidores somados (isso inclui Tesla, Nvidia, Nissan, GM, Mercedes, BMW, Baidu, Mercedes, Volkswagen, Uber, Bosch, Ford, drive.ai, Cruise, Valeo e Zoox). Os carros da Waymo precisam de cerca de quatro vezes menos apoio atualmente do que a média de seus concorrentes.

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Está marcada para 24 de maio, em São Paulo, a Audiência Pública para debate da proposta do Conselho Nacional de Meio Ambiente para a revisão dos padrões de qualidade do ar no Brasil. A notícia, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), poderia ser positiva, caso a revisão significasse a elavação dos padrões aos níveis da União Europeia.

Mas, ao contrário, a nova proposta de resolução piora e reduz as exigências de qualidade do ar, alertam os especialistas do Proam. "A minuta do Conama para revisão dos padrões de qualidade do ar é um insulto ao pulmão dos brasileiros!", diz a nota da organização. Segundo a OMS, aproximadamente 51 mil pessoas morrem no Brasil todos os anos em função da poluição do ar. Em média, são 140 pessoas por dia, principalmente crianças e idosos. Na visão do Proam, o teor da proposta deixará o Brasil atrás do Chile, Colômbia, México, Índia, China e muitos outros países que estão saindo do imobilismo com políticas públicas por ar limpo.

O Proam aponta os principais problemas da proposta:

- A minuta não fixa prazos para atingimento de padrões de qualidade do ar, favorecendo os estados que não querem monitorar nem fiscalizar a poluição;

- Também favorece fabricantes de veículos poluentes, como os ônibus e caminhões movidos a diesel.

- O licenciamento ambiental continuará a ser concedido com base em valores defasados, o que permitirá mais atividades poluidoras em áreas já saturadas por poluentes.

- Os níveis de poluentes estabelecidos na minuta para o disparo de alertas à população são muito elevados. Os valores de material particulado MP10 são mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Isso retardará ou impedirá as medidas para solucionar episódios de poluição. E a população sequer será informada sobre os riscos que está correndo.

A audiência pública reunirá especialistas em controle de poluição, médicos, juristas, especialistas em políticas públicas, ambientalistas e cidadãos, que juntos farão uma análise da proposta do Conama.

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