O transporte no Brasil esteve por muito tempo estagnado. Diferentemente de cidades de países mais avançados, desenvolvidos, a mobilidade urbana ainda se restringe muito a carros e ônibus, com pouco espaço dedicado ao uso das bicicletas. Mesmo que uma cidade comece a visar a inovação como uma forma de reduzir o trânsito e a emissão de gás carbônico na atmosfera, muitas pessoas ainda não estão preparadas para mudar de opção na hora de se transportar, seja para o trabalho ou para universidades, fazendo com que a sustentabilidade seja mal vista por não desejarem sair da zona de conforto.

 

Não foi por falta de oportunidade que as novas formas de mobilidade urbana ainda não conquistaram o seu espaço no Brasil nos últimos anos, mesmo que isso precisasse acontecer muito antes. É possível contar nos dedos quando foi que fomos apresentados às bicicletas e patinetes elétricos nas grandes cidades, e isso aconteceu devido à iniciativa de empresas como a Grow, que comanda os veículos da Yellow e da Grin, e que está presente em sete países e é considerada a terceira maior empresa de micromobilidade do mundo.

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A UFRJ apresentou, em 6/2, o Centro de Excelência em Transformação Digital e Inteligência Artificial do Estado do Rio de Janeiro (Hub.Rio). A iniciativa é liderada pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), entidades que abrigam os mais potentes computadores de alto desempenho do país. O evento contou com a presença de docentes, pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa fluminenses, além de órgãos públicos e empresas sediadas no estado.

O Hub.Rio tem como proposta reunir e alavancar ativos do estado para ofertar soluções tecnológicas contemporâneas ancoradas em inteligência artificial. O objetivo é reunir a comunidade científica, técnica e empresarial do Rio de Janeiro para enfrentar desafios tecnológicos que envolvam transformação digital e inteligência artificial em várias áreas como: saúde; energias renováveis e mudanças climáticas; óleo e gás; indústria 4.0; educação; agronegócio; cidades inteligentes; segurança pública e cibernética; administração pública; comércio eletrônico, comunicações, turismo, jogos, e entretenimento, entre outras.

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Renaturalizar significa voltar ao natural, em outras palavras, em se tratando de recursos hídricos, a renaturalização nada mais é do que a volta às características naturais do rio, com intervenções que visam promover um aspecto natural que favorece tanto a harmonia paisagística quanto a flora e a fauna do corpo d´água. A renaturalização procura estabelecer um equilíbrio entre os limites e peculiaridades de um ambiente urbanizado e um ambiente mais natural. Também visa a preservação ou recuperação das áreas naturais de recarga e inundação.

Durante muito tempo, a estratégia da engenharia fluvial e hidráulica esteve orientada no sentido de retificar o leito dos rios e córregos, para que suas vazões fossem dirigidas para jusante pelo caminho mais curto e com a maior velocidade de escoamento possível. Os objetivos principais visavam ganhar novas terras para a agricultura, novas áreas para a urbanização e minimizar os efeitos locais das cheias

A realização de obras com base naquela concepção teve consequências não consideradas ou avaliadas como sendo negligenciáveis no planejamento: a variedade de biota foi reduzida de uma maneira alarmante e as cheias hoje causam prejuízos cada vez maiores.

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